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Escrito por Administrator on Dom, 11 de Março de 2012 14:52
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Todos os dias são aparentemente iguais não fossem os ventos que revoam nossas vidas para lugares ermos ou institivamente super “habitados.” Hoje amanheci pensando naquelas pessoas que estão a margem de toda e qualquer dignidade. Pude sentir a dor da fome, do desânimo, da deseperança que enterra tantos sonhos...Voltando um pouco para os princípios da religiosidade, me perguntei: Mas se Deus deixou o mundo para ser de todos, porque nem todos tem direito a viver decentemente e ter o seu lugar ao sol. Agora volto aos “direitos constituídos” (Carta Mágna Brasileira). Melhor popularizar minhas palavras. A Constituíção Federal de 1988 que diz: SOMOS TODOS IGUAIS PERANTE AS LEIS. Mas espera aí! Se somos todos iguais por que tantas vidas estão excluídas sobrevivendo dos restos que as próprias leis jogam no lixo?
Quantas perguntas em meio aos pensamentos filosóficos e tão indignados como por exempo: por que os braços da mãe pátria não conseguem acolher a todos? Agora falando de DEMOCRACIA: Linda palavra que traz na sua excencia, o vigor da liberdade. A democracia nos dá o direito de escolher nossos representantes, e fiscaliza-los na Câmara, no Congresso, nas Assembléias e Câmaras municipais de todos país. Mas espera aí! Qual é a verdadeira democracia em que estamos vivendo? O que infelizmente se percebe nos últimos anos, é que essas instituíções tem servido para abrir as portas da riqueza e do estatus para boa parte dos senhores “políticos.” Tudo é tão claro, que não dá para se enganar mais com a intenção dos que se dizem representantes do povo. Ora! Muitos, estão representando a eles mersmos. Seus interesses pessoais e corporativistas!. Na insanidade da gula pelo dinheiro, fecham os olhos para os miseráveis, as reformas necessárias, e os próprios gastos astronômicos que nós! Eleitores, pagamos em nomedos seus NECESSÁRIOS confortos e luxúrias.
Essa história de que a voz do povo é a voz de Deus, passou a fazer parte do conto da caronchinha. Quer um exemplo? Nosso horário (Acre), considerado horário de Deus, foi alterado sem nenhuma consulta popular. Apenas um representante nosso achou que devia mudar e pronto. Depois de miutas discussões, veio o plebiscito para que os acreanos escolhessem o horário novo ou o velho. O povo escolheu o horário antigo. Mas de que adiantou se LÁ EM BRASÍLIA, “nossos representantes” passando por cima da nossa autonomia enquanto cidadãos, decidiram que prevalesceria a vontade de uma única pessoa. A que mudou o horártio?.
E pra finalizar, vou fazer apenas uma pergunta a quem estiver lendo esse desabafo: Quantas vezes você viu um parlamentar caminhar nos corredores dos hospitais para ver se o atendimento corresponde ao direito inviolável do cidadão brasileiro de ter uma saúde humanizada, agilizada e universal nas suas necessidades básicas e mais complexas? No máximo quando as denúncias são demais, formam a famosa “comissão”. Chamam a imprensa e derrepente lá estão os senhores políticos na mira dos olofotes! Melhor para eles! Marketing, representa no mínimo reeleição. Ora! Sinceramente estou cansada de tudo isso! É tanta coisa errada no brasil e não se ver fazer nada para que a situação no mínimo mellhore. Estamos em ano de eleição. Mais uma vez, nos projetos merabolantes, vamos no futuro viver em um verdadeiro paraíso. Isso por que os ilustres candidatos sabem mostrar problemas e solução. Mas não devemos nos iludir..É SÓ NO PERÍODO DE CAMPANHA MESMO!(Maria Antonia)
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Escrito por Administrator on Qui, 05 de Janeiro de 2012 13:14
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Uma gota de saudade que transborda oceanos...
Como viver sem guardar nos velhos baús lembranças que estão sempre nos arremessando as recordações? Como conviver com as despedidas como se fosse algo assim tão natural? Cada pessoa guarda dentro de sí, as tristezas ou alegrias que turbilham involuntariamente causando sensações boas ou ruíns. As lembranças são como os ventos, a brisa, as tempestades...Elas estão em todos os lugares e nossas vidas, são telhados de vidros. A qualquer momento podemos ser surpreendidos pelos temporais da saudade que quebra toda a cobertura de agasalho nos deixando asssim: completamente indefesos..
.Um dia não tão distante, o Victor Gabriel de apenas seis anos fez a seguinte declaração: Estou com muita saudade da minha vó clícia. Então lhe falei: Mas sua vó está no céu com os anjinhos. De lá, ela está vendo você.-Mas eu quero ela aqui perto de mim!Concluíu o Victor. A vó a que ele se referia era a professora Clícia Cunha Gadelha. Uma linda senhora de voz dócil, palavras meigas e educadas. Sua passagem por aqui ficou marcada pela doçura dos seus gestos, e a forma humana de sempre estar pronta para ajudar a quem necessitasse. Essa declaração foi uma prova de que a saudade não tem idade. E as crinanças, também são afetadas por esse sentimento abstrato e inexplicável que só nos faz ter a certeza de que dentro de nós, tem muito mais para lembrar do que para esquecer...Sentimentos que iremos carregar pelo resto de nossas vidas.
Todos os sêres que partem, deixam a terrível sensação do vazio... Uns mais intensos, outros mais amenizados. Mas é impossível passar por aqui, sem deixar uma marca. Sei que o tempo é curto, mas eu poderia citar tantos nomes que por mais que o tempo passe, eles ficam nas nossas lembranças. Os poetas sempre cantaram em verso e prosa, a dor da despedida, e a convivencia com o vazio de quem nos deixou.
Não há no mundo quem nunca tenha chorado nas despedidas que nunca nos ocustumamos com elas. E para terminar esse meu desabafo tambem de saudade, como sinto falta dos grandes amigos que já se foram. Emílio Assmar, grande figura humana e o mais coerente dos intelectuais. O Fotográfo maia que com a sua sensibilidade, fez tantos registros que ficaram para a história, e Meu amigo Genário Amorim entre tantos outros(as). É como diz aquela velha canção: “Saudades palavras tristes quando se perde um grande amor”...Um amor de amigo, um amor de pai, filho, mãe, e assim vai...saudades indeléveis como uma gota de lágrimas transbordando oceanos.
(Maria Antonia).
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Escrito por Administrator on Qua, 14 de Dezembro de 2011 18:54
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Quero ser uma pessoa do tipo: Sem me derramar de velhas saudades que insistem em ficar adormecidas no saudoso baú de um passado não tão remoto quanto o prematuro esquecimento da grande massa que caminha com pressa sem olhar para trás...
Mas eu, logo eu, hoje, amanheci com aquelas recordações em que “velhos companheiros” calçados de chinelos de couro, roupas desbotadas, e uma antiga bolça a tira colos, subiam nos palanques das grandes multidões para falar de igualdade. Eles tinham um discurso maravilhoso! Suas vozes acrescidas pelo som dos microfones, entoavam nas mentes como um amanhã de primavera! Era preciso sonhar! Acreditar no diferente, na esperança de que tudo que viria seria melhor...bem melhor para todos.
O momento era propício! Respirávamos o “desengalo” de uma ditadura militar. A democracia tinha acabado de nascer, e estávamos a alimenta-la com nossos jargões de liberdade.
Os “Velhos Camaradas”, eram a fonte de coragem e inspiração, que impulcionava a força de organização da massa! Queríamos um país livre, sem corrupção, em que todo brasileiro, tivesse os mesmos direitos, e o estado fosse o grande promotor da ascessão pessoal, de cidadania, e outras necessidades fundamentais para o crescimento humano. “Nossos” “Camaradas” e “Companheiros”, nos fizeram a acreditar que esse dia estaria bem perto do futuro. Veio a primeira grande oportunidade! O voto direto para todos os cargos políticos do país.
Lá estávamos nós! Os incansáveis operários que seguiam com firmeza as filosofias ideolo0gicas de um SOCIALISMO igual e DEMOCRÁTICO. A urna parecia um céu iluminado de estrêlas! Era uma festa votar no novo, no que parecia inquebrável, inviolável! Sem alianças com velhas práticas apodrecidas pela má fé, e desvio do nosso suado e parco dinheiro. Foi fantástico ver nossos corações avermelharem pela vontade de mudar! E mudamos!
Qual foi nossa grande surpresa?, Em pouco tempo, tudo estava igual: Conchavos políticos, a miséria crescendo, corrupção desmascaradamente batendo na nossa dignidade, e os “velhos” “ companheiros” e “camaradas”, Já não víamos mais nos palcos e palanques das grandes reivindicações. Derrepente, não tão dirrepente, começaram a trocar o surrado chinelo e as roupas desbotadas, pelas melhores grifes. As bicicletas, também foram substituídas pelos carrões importados, e as casas simples, pelas belas e encantadoras manões. Mas e o povo? Ora velha saudade! O povo mais uma vez, ficou a espera de mais uma mudança. Hoje, da janela da minha casa, melancolicamente recordando, vejo o mendigo pedindo esmola, a pobresa em todas as dimensões, o país sendo negociado como se fosse uma empresa que gera lucros para um grupo, e nós, insignificantes assalariados, meros espectadores dos conchavos e acordos que só beneficiam velhas raposas e grandes espertalhões surrupiadores do que de direito é nosso!
Bom! Já sofri demais com essa tal melancolia. Mas antes de me despedir, só quero deixar um anúncio até mesmo para que meu coração consiga pelo menos hoje, ficar em paz! Cadê vocês “velhos” “companheiros” e “camaradas”? O Brasil continua o mesmo! E Agora com um diferencial ainda maias saudoso: A ausência de vocês nas manifestações populares.
Nossa! Quanta dor me trás essa TAL MELANCOLIA!!! (Íná)
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